O dia começou com várias fontes a apontarem um acordo já fechado com anúncio iminente da ida da F1 para a capital espanhola, Madrid. A primeira data do novo GP de Espanha será em 2026 e fala-se num contrato com duração de 10 anos.
A F1 continua a sua aposta em traçados citadinos e a localização do GP de Madrid a partir de 2026 mostra mais uma vez uma aposta forte nesse sentido. A capital espanhola já há algum tempo que queria entrar no calendário do Grande Circo, com o Circuito de Barcelona a ficar em risco. O traçado catalão foi-se mantendo, mas do lado de Madrid sempre houve grande vontade de receber os monolugares de F1. Parece que essa vontade será cumprida. Segundo as informações que correm, trata-se de um GP de iniciativa privada, apesar de contar com apoios estatais. O traçado deverá ter um comprimento de 5 km e já há um traçado proposto. Espera-se que o anúncio oficial seja feito em breve.
Assim, poderá ser o regresso da F1 a Madrid, cuja última visita foi feita em 1981, em Jarama. Desta feita, o circuito seria montado em torno da IFEMA (Instituição de Feiras de Madrid) e Valdebebas. O investimento para a construção da pista, com troços permanentes e outros temporários, está orçado em cerca de 100 milhões de euros, mas espera-se um retorno de 500 milhões de euros por ano.
🚨 AMPLIACIÓN: El Gran Premio de España tendrá lugar en MADRID hasta 2035.
— Fórmula Directa (@FormulaDirecta) December 5, 2023
👉 Montmeló será la sede en 2024 y 2025, y a partir del 2026 Madrid tomará el relevo.
👉 El trazado, de cinco kilómetros, girará alrededor de los pabellones del recinto ferial, con la línea de salida… pic.twitter.com/5OvUpRRIED











Mas que fixação com pistas de rua. Por muito giras que sejam, Baku é um bom exemplo, nada bate os circuitos permanentes. E não nos podemos esquecer do incómodo para as populações, com fecho de ruas que alteram toda a rotina de quem lá vive e / ou trabalha, e que não é necessariamente fã de corridas. Acrescente-se ainda o custo de montagem, desmontagem e armazenamento de toda a estrutura que, penso, sairá mais caro do que a manutenção de uma pista permanente.
E com Jarama lá, era muito mais fácil e barato fazer obras caso fossem necessárias, mas agora a moda é andar por cima de tampas de saneamento, ridículo.
Teriam mesmo de ser feitas obras. O circuito é muito pequeno, nem 4km tem julgo eu. Se já criticam Áustria pelo tamanho da pista (curiosamente nada vejo a falar da Hungria e Brasil que são comprimentos idênticos) o que seria aqui, principalmente na qualificação. F1 passar de circuitos permanentes para citadinos é perder a essência. Citadinos é para aquilo que chamam de corridas de carros elétricos que de corrida tem pouco porque tem mais que ver com quem consegue guardar bateria para o fim da prova. Citadinos de forma ocasional não acho mal, tornar regra já acho. Fora se perder… Ler mais »
Não faço ideia como está o circuito, já não vou lá desde o tempo das provas ibéricas de FF1600 (estou mesmo velho) no entanto era um circuito interessante apesar de ser pequeno (3.850), a hipótese\sugestão, é que na minha opinião qualquer solução é melhor que um circuito citadino e já que referiu os elétricos, eu gostava muito de os ver a correr em circuitos convencionais, penso que dariam um bom espetáculo, para circuitos citadinos para mim já basta o comboio que passa no Mónaco todos os anos.