Finalmente viu-se qualquer coisa de bom na Mercedes. O desempenho na qualificação foi seguida de uma boa performance na corrida, que ficou manchada porém, com a desistência de George Russell por questões com a unidade motriz. Mesmo tendo ficado atrasado com a paragem pouco tempo antes da primeira interrupção da corrida, o piloto britânico, que arrancou a prova na liderança do pelotão, estava em plena recuperação quando o motor deixou de cooperar.
Lewis Hamilton, que levantou muitas questões sobre as decisões da equipa, conseguiu aguentar Fernando Alonso no AMR23 atrás de si, algo que não foi capaz de fazer no Bahrein. Quando o espanhol aumentou o ritmo, o britânico também o conseguiu e manteve-se quase sempre fora da zona de DRS.
A dúvida é se o W14 conseguirá manter-se tão performante nas restantes corridas, mas nunca é uma boa notícia quando os pilotos se mostram surpreendidos com os resultados obtidos, como aconteceu a Russell e Hamilton na Austrália.
Foto: Jiri Krenek











Desde a primeira corrida que disse que não se deveria menosprezar logo a Mercedes apesar do discurso do seu líder e dos pilotos sendo o discurso de Hamilton ainda mais pessimista do que o do Russel. Aliás critiquei o discurso pois não me parece correto para uma equipa com os meios da Mercedes. Assim como me parece também inaceitável que o Hamilton tivesse a colocar questões na decisão de parar o Russel primeiro. Aliás se o motor do Russel não tivesse partido a verdade é que essa decisão até o teria prejudicado face a decisão depois tomada.