A Liberty está a fazer pagamentos antecipados às equipas de Fórmula 1 depois dela própria ter sido alvo de um aumento de liquidez de 1.5 mil milhões de dólares, por parte do conglomerado de empresas a que pertence. A Liberty Media anunciou recentemente em comunicado que ‘reformulou’ as suas participações, na Live Nation Entertainment do Grupo Fórmula 1, bem como o stock de tracking SiriusXM, e no meio deste ‘baralhar e voltar a dar’ surgiu com mais 1.5 mil milhões de dólares de valor patrimonial.
Que, entre outras coisas, está a utilizar para ajudar algumas das 10 equipas, que dependem em grande parte dos lucros do desporto e dos patrocínios para correrem. Que, portanto, estão a sentir stress financeiro: “Adiantámos dinheiro antes dos pagamentos das equipas, a algumas equipas. Há casos em que podemos fazer mais do que isso e há outras coisas que podemos fazer para ultrapassar as equipas que precisem de ajuda. Isto não é um livro de cheques aberto, mas estamos a ajudar, pois precisamos delas para correr com sucesso em 2020, 2021, e mais além”, disse Greg Maffei, CEO da Liberty Media, que não identificou as equipas a que foram feitos adiantamentos.











Na verdade, e falar de equipas no plural é estranho porque não estou a ver nenhuma que necessite de dinheiro agora, e principalmente face à retaguarda que têm.
Williams e Haas devem precisar de certeza. Uma porque já anda há anos a penar com falta de fundos. A outra pelo descalabro que foi 2019 e o processo vergonhoso com a Rich Energy, que concerteza deixou sequelas.
Na minha opinião, a Haas se for o caso é para se aproveitar da situação, pois o dono, que se saiba, tem aumentado fortuna. A Williams, e partindo somente das notícias aqui publicadas, parece que recebeu há dias um empréstimo de 50 milhões do pai do Laffiti; ora sendo este um montante relevante no orçamento da Williams e porque embora haja despesas não houve GP´s, não percebo porque precisaria de mais dinheiro. Salvo se o dinheiro da LM for para pagar ao pai do Laffiti.