Lewis Hamilton sentiu que tinha de defender a repórter da Sky F1, Naomi Schiff, que foi alvo nas redes sociais dos habituais “guerreiros do teclado” que ‘questionaram a sua competência’, à sua maneira, no Grande Prémio do Azerbaijão de 2022. Como é habitual, é 8 ou… 8000, e os trolls habituais voltaram a atacar, em força.
E Lewis Hamilton foi ao Twitter defender a antiga piloto de corridas, que é agora comentadora da Sky F1: “A Naomi é uma ex-piloto de corridas profissional e totalmente qualificada para dar a sua opinião como parte da equipa da Sky F1. Ela tem sido um grande trunfo desde que entrou na equipa e devemos acolhê-la de braços abertos. Ainda temos um longo caminho a percorrer para mudar estas atitudes no desporto”, escreveu o sete vezes campeão mundial de F1.
Foi mais um caso de cyberbullying. Schiff publicou um ‘tweet’, que chamou a atenção de Hamilton: “Obrigado a todos os que vieram em minha defesa. Agradeço todo o amor e apoio, nenhum de vós passa despercebido!
Infelizmente, a questão da intimidação online, é uma questão que não creio que vá a lado nenhum.
Os meios de comunicação social, em alguns casos, dão vozes a indivíduos que não merecem ser ouvidos. Por isso, encorajo qualquer pessoa que leia isto a não se entregar a isso, ou retaliar, ou procurar vingança.
Lembrem-se que as vossas palavras têm impacto e que, por isso, devemos fazer algo de positivo com estas plataformas e ser gentis uns com os outros.
Por último, adoro o meu trabalho e não deixarei ninguém recusar a minha ambição ou paixão porque se sentem desconfortáveis com o volume”, escreveu Schiff.
Na verdade, este é um exemplo que ganha visibilidade tendo em conta a reação de Hamilton, mas este é um problema que mais cedo ou mais tarde vai ter que ser legislado, porque se uma ofensa na rua a alguém é crime, porque 99.999% passam incólumes nas redes sociais?
Neste caso é o Twitter, mas não é só o Twitter que tem de tomar medidas, mas sim encontrar-se uma forma de travar este tipo de coisas.











