Se neste Mundial de Fórmula 1 só contarmos as últimas oito corridas das quinze já disputadas, sabe que piloto estaria empatado com Esteban Ocon e apenas a dois pontos de Sergio Pérez, no nono lugar do campeonato? Lance Stroll. Claro que referimos as últimas oito corridas pois são precisamente essas as que precisamos para reforçar o nosso ponto, embora saibamos que nunca o número de pontos diz tudo. Mas diz alguma coisa. Portanto, por aí se percebe que o jovem rookie pontuou mais do que Carlos Sainz, Nico Hulkenberg, Romain Grosjean e… Felipe Massa. Logicamente, tem tudo muito a ver com o fabuloso resultado de Baku, mas também ‘diz’ que o jovem canadiano já ‘fugiu’ das críticas a sete pés. Quantos teriam aguentado o que ele ouviu na primeira metade do Campeonato?
De qualquer forma, o assunto agora é o seu colega de equipa em 2018, e quando a isso, não diz nada, falando só da amizade que o liga a Felipe Massa: “Temos tido um bom relacionamento este ano e fizemos um bom trabalho para ajudar a equipa a marcar tantos pontos quanto possível. De resto, eu só tenho que me concentrar no que estou a fazer, mas definitivamente temos tido um bom relacionamento” começou por dizer Lance Stroll, que quando lhe perguntaram se há algo em particular que tenha aprendido com com Felipe Massa este ano, foi claro:
“Sim, muito, mas fica entre nós! Em suma, ele trouxe muita experiência para a equipa e eu consegui usá-lo como referência até aqui, em toda a temporada, sendo um rookie. Ele ajudou a desenvolver o carro de muitas maneiras, com estes novos regulamentos, e também penso que consegui apanhar alguns detalhes ao longo deste caminho, que eu pude incluir no meu trabalho na pista. No geral, foram muitas as coisas que apanhei ao longo do ano”, explicou o jovem canadiano que tem marcado bons pontos, em seis das últimas nove corridas. Está mais seguro no carro, e comparando-se a Melbourne, no início do ano, a diferença é grande: “Sou um piloto diferente comparativamente a onde eu estava em Melbourne, no início do ano. É muita a experiência que se absorve ao longo do ano e a cada corrida, há sempre algo que acho que poderia fazer melhor. Sinto verdadeiramente que estou melhorando a cada corrida e isso é apenas com a experiência e tempo no carro”.










