São vários os relatos à volta do Mundo que referem – em jeito de crítica – que o título de campeão da F1 deste ano já está entregue a Lewis Hamilton.
Emerson Fittipaldi, piloto brasileiro, vencedor em 1972 e 1974, é de opinião que o piloto britânico está cada vez mais perto de vencer o seu sexto título mundial. “A sorte pode sempre mudar, mas com base nas suas performances e nas corridas que ainda faltam, Hamilton é o piloto com maiores hipóteses de ganhar”, refere o avô de Pietro Fittipaldi, piloto de testes da Haas.
Já a imprensa italiana, refere, com pouca excitação que o campeonato está decidido. O Corriere dello Sport diz “a Liberty Media observa impotente, enquanto a F1 é tão excitante quanto um rebanho de ovelhas”.
Já a La Gazzetta dello Sport escreve que “para os oponentes, não há esperança para o título”.
O jornal La Repubblica também se junta às críticas e refere “Hamilton está sozinho na frente, e aos 34 anos, vai arranjando motivação em Deus, nas roupas (…), porque na pista não acontece nada de novo”.
Ao mesmo tempo, Sebastian Vettel é criticado pelos adeptos tiffosi que insistem que Charles Leclerc é o mais rápido dos homens de Maranello. Em França, o L’Equipe fala da postura do alemão: “Vettel encara agora as corridas sem pressão ou com esperanças no título”.
A pressão aumenta de todos os lados, será que a Ferrari estará à altura do desafio?
Provavelmente, há nas referências anteriores, algum exagero fruto da deceção, mas a verdade é que em 2014, primeiro ano da nova era híbrida, quando a Mercedes começou a construir a vantagem que ainda tem, passados cinco anos, ao oitavo Grande Prémio a Mercedes já tinha sido batida e hoje em dia isso não aconteceu…













