Gene Haas não quer que a sua equipa sirva de trampolim para que as maiores, neste caso a Ferrari, preparem pilotos para eventualmente os ter na Scuderia no futuro. Tal como a Red Bull sempre teve assumidamente com a Toro Rosso, e com a Mercedes a colocar aqui e ali os seus jovens pilotos, Sauber (Wehrlein) e Force India (Ocon) a Haas não parece muito interessada em servir de trampolim.
Desde julho, que o piloto júnior da Ferrari surgiu no cockpit dos Haas nas manhãs de sexta-feira, mas em declarações ao jornal Ekstra Bladet, Gunther Steiner, acha que “isso não ajudou os nossos pilotos. Não posso dizer quão negativo foi, mas não foi positivo. Veremos o que vamos fazer no próximo ano”, disse o líder da equipa no terreno.
Giovinazzi foi deixado de lado na corrida à Sauber para 2018, mas também não vai ter muita sorte na Haas: “Eles perguntaram”, disse Steiner, “mas se não perguntarem, nunca teriam o que querem. Mas não nos pressionaram. Rapidamente esclarecemos que temos dois pilotos confirmados para o próximo ano. Foi bastante claro”. “Nós entendemos o seu desejo de correr, mas neste momento não há lugares disponíveis”, disse o presidente da Ferrari, Sergio Marchionne, à Autosprint da Itália, deixando claro que o futuro de Giovinazzi na F1 não avançará em 2018…










