Depois de dois anos de muito trabalho e oito dias de testes com altos e baixos a HAAS F1 Team vai finalmente marcar o regresso duma equipa norte-americana à F1 após 30 anos. Agora, a dura realidade…
Depois da NASCAR, com a Stewart-Haas Racing, Gene Haas lança-se na aventura da F1 com bases bem sólidas, que quase lhe garantem entrar diretamente para a luta do meio do pelotão, ainda que para isso acontecer seja necessário que todos os elementos da equipa, quase completamente ‘virgens’ de F1, ganhem experiência rapidamente.
Com motor Ferrari e segundo se diz muita ajuda dos italianos, a equipa norte americana mostrou nos testes que tem um chassis, o VF-16, bem equilibrado, mas que, naturalmente ainda precisa de trabalho aerodinâmico para entrar na luta pelos pontos, dando no entanto a ideia que existem condições para dar algum trabalho ao terceiro grupo onde se incluem a McLaren, Renault, Toro Rosso e Manor. Romain Grosjean e Esteban Gutierrez são uma dupla que dá garantias, especialmente o francês, que, caso o carro permita pode andar na zona dos pontos muitas vezes. Muito do que irá ‘ser’ este ano a HAAS depende da relação que tiverem com a Ferrari.











