A Manor tem passado por grandes dificuldades nos últimos anos, nomeadamente depois do acidente de Jules Bianchi em 2014, que deitou a moral da equipa por terra, mas apesar dos graves problemas económicos e organizacionais, os seus responsáveis souberam dar a volta por cima e a equipa surge este ano totalmente revigorada, com motorização Mercedes, transmissões da Williams e um grande reforço de meios humanos, por exemplo Dave Ryan (ex-McLaren) e dois engenheiros provenientes da Ferrari, Pat Fry e Nikolas Tombazis.
Apesar de se ter visto na obrigação de receber um piloto ‘bem’ pagante como Rio Haryanto, que dificilmente trará algo de positivo, a verdade é que tem também Pascal Wehrlein, um piloto cujo talento promete muito, e que nos testes colocou a equipa bem mais perto do resto do pelotão do que a equipa estava habituada a rodar. O objetivo é claramente deixar de ser a pior equipa do campeonato e pelo que se viu nos testes essa é uma hipótese forte. Contudo, apesar do salto qualitativo que se espera, a Manor vai lutar com equipas fortes. Por exemplo a HAAS pode entrar diretamente para o meio do pelotão, e será muito provavelmente a Sauber, se não conseguir ultrapassar os seus problemas atuais, que irá ‘discutir’ a cauda da tabela.











