Os novos donos da Fórmula 1 estão a ponderar se a utilização de ‘grid girls’ ainda faz sentido na Fórmula 1. Ross Brawn, Managing Director da Fórmula 1 disse que a sua utilização é um “tópico delicado” que está a ser ponderado pela Liberty Media. Pelos vistos, há quem ache que se deve respeitar essa tradição de longo termo da F1, mas também há quem pense que isso é perfeitamente descartável.
Já o Diretor Executivo da Fórmula 1, Chase Carey é de opinião que se deve ouvir muita gente: “O que precisamos é de falar com muita gente, ter o maior número de pontos de vista possíveis e depois tomar a decisão certa para o futuro do desporto.”
Como se sabe, as ‘Grid girls’ são modelos utilizadas para questões promocionais, na maior parte dos casos usam roupa dos parceiros da F1, e existem desde os anos 60 na F1, bem como na maioria dos eventos em circuitos fechados. E desta forma está aberta a discussão. Quanto a nós, deixem as Senhoras lá estar, que estão muito bem, dão brilho ao espetáculo, eventualmente aligeiram o ‘stress’ dos pilotos nos momentos tensos antes das partidas, e quando se ruma à volta da aquecimento todos se concentram no que verdadeiramente interessa, a corrida.
Nós concordamos totalmente com Daniel Ricciardo, quando diz que por ele não vê qualquer ponto negativo, só positivos: “quando era um puto, via o chapéu de chuva e as meninas, e isso sempre fez parte da atração do desporto”
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Sim.
Claro que sim, mas se quiserem uma segunda opinião, perguntem ao Alonso, porque pela foto podemos ver que ele desde há largos anos se tem interessado bastante pelo estudo dessa matéria, pelo que já deve ter uma opinião bem formada. O Fisichela não, porque parece pouco interessado nos assuntos.
Mas já que Mr. Carey quer atrair mais espectadores, podem incluir um ou dois Grid Boys para as minorias. Também podiam incluir no PIT Lane um ou dois PIT Bulls especialmente treinados para trincar a genitalia de dirigentes da Liberty e da FIA.