Sergio Pérez foi confirmado como o vencedor do Grande Prémio de Singapura apesar de ter sido penalizado na sequência da investigação sobre as infrações durante os períodos de Safety Car.
O colégio de comissários da FIA analisaram se o piloto da Red Bull não tinha conseguido manter-se a uma distância equiparada de pelo menos de 10 carros atrás do Safety Car, como indica o regulamento desportivo. Pérez foi penalizado em cinco segundos acrescentado ao seu tempo total de corrida -terminou com uma vantagem de 7.595s sobre Charles Leclerc – e uma repreensão pelos dois incidentes separados, mais dois pontos de penalização na sua superlicença, mas mantém a vitória na prova que decorreu no Circuito de Marina Bay.
Pode ler-se nos comunicados da FIA que na primeira situação de Safety Car, Pérez “não conseguiu manter-se dentro” da distância obrigatória “entre a saída da curva 13 e a curva 14”. “Quando questionado durante a audiência, PER disse que as condições estavam muito húmidas e que era muito difícil seguir de perto o Safety car com pouca temperatura nos seus pneus e travões”. Apesar da defesa do piloto, os comissários não aceitaram que “as condições fossem de tal forma a tornar impossível ou perigoso para PER ter mantido” a distância. Acrescentam que “no entanto, tivemos em conta as condições de humidade e as dificuldades salientadas por PER como circunstâncias atenuantes para este incidente e, consequentemente, determinar que deve ser imposta uma repreensão”.
Na segunda situação, os comissários voltaram a comprovar que o piloto da Red Bull foi incapaz de manter a distância máxima permitida, e que “isso ocorreu não obstante o facto do Diretor da Corrida ter emitido um aviso para a equipa que PER não estava a respeitar o regulamento”. Como foi “a segunda violação do Artigo 55.10 por PER durante a corrida e que se seguiu a um aviso expresso do Diretor de Corrida, decidimos impor uma penalização de 5 segundos”, lê-se na decisão do colégio de comissários.










