Haas ‘azarada’ no Brasil: bandeira preta e ausência de pontos marcam o fim de semana cheio de desafios e reflexões para fazer.
A sequência de cinco corridas da Haas nos pontos teve um final amargo no Brasil. Ollie Bearman, substituindo o indisposto Kevin Magnussen, enfrentou a sua primeira eliminação precoce da Q1, terminando em 17º, enquanto Nico Hulkenberg ficou atrás do seu companheiro pela terceira prova consecutiva, encerrando a contenda em 19º.
A corrida também foi uma dura realidade: Hulkenberg recebeu bandeira preta depois de uma tentativa de regresso assistido à pista, e Oliver Bearman, pela primeira vez, não conseguiu pontuar num Grande Prémio, cruzando a linha em 12º classificado.
Ayao Komatsu, Diretor da Equipa, refletiu sobre o fim de semana difícil: “Foi uma jornada complicada para nós. O nosso desempenho ficou aquém, enquanto outros tiraram vantagem. Não maximizamos as nossas operações no Brasil, algo que precisamos rever com atenção.
O lado positivo é que o ritmo do Ollie com os pneus intermédios e parte da corrida do Nico superou as nossas expectativas, mostrando que temos potencial para melhorar nesse composto. Agora, é olhar para frente: temos um bom ritmo em pista seca, pelo que nos vamos focar em reiniciar e preparar o melhor do nosso carro e da nossa equipa para as últimas três corridas.”











O Oliver Bearman cometeu erros, justificados pelo sangue na guelra, mas pareceu-me muito rápido; o mono que usurpa o número que pertenceu a Gilles Villeneuve, Alan Jones, Patrick Tambay e Ayrton Senna, mostrou mais uma vez que não se dá muito bem com chuva e Interlagos. Só um tolo percebe o que ele anda a fazer na F1.
Não sei como classificar o esquecimento do show que “o mono que usurpou o nº, etc…” deu ao obter a pole num Interlagos molhado, com slicks, na sua 1ª passagem no circuito, num carro que não obtinha uma pole há séculos. Esquecimento, má-fé, ignorância?…
https://www.youtube.com/watch?v=zIaYzWYvKys