A F1 irá enfrentar um desafio completamente diferente esta tarde. A volta mais curta de sempre do campeonato irá dar dores de cabeça aos engenheiros.
A volta feita ontem em pouco mais de 53 segundos coloca desafios especiais para os estrategas. Com uma volta a ser feita em 54 ou 55 segundos durante a corrida, uma paragem nas boxes implica perder quase meia volta, um cenário inimaginável uma pista “normal”. Além disso, encontrar um espaço para colocar um carro depois da paragem poderá ser complicado, pois a facilidade com que os pilotos poderão ficar a uma volta do líder e por conseguinte ver bandeiras azuis poderá surpreender. E uma vez no “ciclo vicioso” das bandeiras azuis, em que se levanta o pé para deixar passar um carro, se perde temperatura nos pneus ou se vai para o lado sujo da pista e se demora duas ou três curvas para recuperar performance pode ser acentuado pois o ritmo a que carros irão chegar à traseira dos retardatários será muito superior.
As equipas terão feito simulações para entender melhor o que poderá acontecer, mas o improviso que poderá ser necessário poderá ter implicações muito mais vincadas para o bem e para o mal.










