Lewis Hamilton revelou publicamente que foi o culpado do incidente com George Russel, em que ambos colidiram com Hamilton e ficar fora da corrida, sem uma roda no monolugar. Os Mercedes eram segundo e terceiro na grelha, atrás de Max Verstappen, mas desaproveitaram isso. Russell tentava passar Verstappen, enquanto Hamilton tentou contornar ambos por fora, mas acabou por bater em Russel: “O George não tinha para onde ir, foi um cenário infeliz, e assumo a responsabilidade pelo incidente, não foi culpa do George.” Antes, no Twitter, agora X: “Vi a repetição e a culpa foi 100% minha e assumo toda a responsabilidade. Peço desculpa à minha equipa e ao George.”
Mas Hamilton disse mais à imprensa: por exemplo que Russell aparentemente tinha dito “vamos trabalhar juntos hoje” porque os dois Mercedes estavam a começar com pneus diferentes com Hamilton com pneus macios, e por isso seria provável que depressa passasse Russell para tentar fazer o mesmo a Verstappen, usando a aderência extra, e pelos vistos os dois pilotos não deixaram claro o que poderia acontecer e foram ambos com “muita sede ao pote”. E o pote, partiu-se
Conforme os carros estavam, dificilmente não haveria um toque. O que aconteceu…
E com ambos a, cada vez mais, ‘encontrarem-se’ em pista, este deve ser o momento em que a Mercedes precisa de descobrir como lidar com esta situação, deixando claro o que é permitido ou não.
A Mercedes tinha hoje uma grande oportunidade de se distanciar da Ferrari, com Carlos Sainz fora da corrida, mas desperdiçou-a. Para além disso, para quê tentar passar Verstappen? Tendo em conta o que já se viu até aqui, era inútil, mais cedo ou mais tarde Verstappen iria para a frente.










