A Ferrari trouxe para Portugal um conjunto de atualizações aerodinâmicas, e um novo difusor, bem visíveis nos Ferrari SF1000, e sendo verdade que Charles Leclerc levou o seu monolugar até ao quarto lugar, ficou a bem mais de um minuto do vencedor, e por isso o chefe da equipa, Mattia Binotto fez questão de minimizar as sugestões de que a performance deste fim-de-semana significava que a Ferrari tinha ‘dobrado a esquina’ desta temporada complicada e pode estar prestes a ressurgir na busca dos bons resultados: “Não creio que seja dia e noite em comparação com o que fizemos no Mugello. Penso que o carro foi ligeiramente melhorado, mas não é algo completamente diferente. Quando olho e vejo que a luta no meio do pelotão está tão próxima, um par de décimos pode fazer a diferença entre ficar à frente ou trás. Aqui o ritmo de corrida foi melhor que em Mugello, mas há muitas razões para isso e não apenas as atualizações do carro. Penso que é importante para nós provarmos nas próximas corridas que o desempenho que vimos aqui é real ou foi apenas específico de Portimão”. Faltam cinco corridas, a Ferrari continua em sexto lugar na classificação da equipas, e a diferença para o terceiro lugar da Racing Point é de 33 pontos.












