A Haas sai de Portugal sem grandes motivos para sorrir. Numa corrida discreta e longe dos pontos, a equipa americana rendeu-se às evidências.
Kevin Magnussen admitiu que apenas com um pouco de sorte poderia aspirar a mais do que conseguiu, apesar de ter sido o único a começar a prova com pneus duros:
“Começamos com os pneus duros para ter certeza de que seríamos o último carro a parar”, disse Magnussen. “Estávamos à procura da sorte, esperando chuva, um safety car, bandeira vermelha ou virtual safety car – algo assim. Era um tiro arriscado, mas sabíamos que não tínhamos hipótese de pontos em uma corrida normal. Tentamos. Dito isso, ainda venci alguns pilotos com as estratégias convencionais. Acho que foi o melhor que podíamos fazer.”
Romain Grosjean, por seu lado terminou em 17, atrás de Magnussen e foi penalizado com 5 segundos por ter excedido os limites de pista. O francês afirmou que a equipa tirou o máximo que podia do carro:
“As primeiras voltas da corrida foram bastante escorregadias e divertidas,” disse Grosjean. “Eu consegui subir alguns lugares e fiz algumas ultrapassagens. Infelizmente, depois disso, o ritmo simplesmente não estava lá. Estávamos com dificuldades nas retas, então não consegui ultrapassar mais ninguém. Fizemos o melhor que podíamos e extraímos o máximo do carro – isso é tudo que podemos esperar. ”












