Graça Freitas, Diretor Geral de Saúde, falou sobre o Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1, hoje na habitual conferência de imprensa, revelando que “houve coisas que correram bem e outras que correram menos bem. Existiram discrepâncias entre as recomendações e a capacidade de fiscalizar” referindo-se depois à existência de culpas tripartidas: do público, da organização e da Direção-Geral da Saúde.
Graça Freitas referiu que “durante os dois primeiros dias as bancadas, apesar de não estarem perfeitamente arrumadas, cumpriam as regras de distanciamento ainda que duas delas (ndr, Portimão e Portimão 2) não cumpriam essas regras”, disse Graça Freitas, que já deixou a ameaça: “lições aprendidas para o futuro. Aprendemos que se quisermos ter mais controlo sobre os imponderáveis teremos de ter menos gente nos eventos. Temos de restringir muito os eventos ou limitar o seu número”, disse a Diretora-geral da Saúde. E o que isto significa? Que concluíram que foram otimistas, e que se as pessoas, e quem organiza, e eles próprios (DGS) não tiveram capacidade para fazer melhor, as regras vão apertar.











