Os pilotos da Mercedes começaram o fim de semana do Grande Prémio de Miami com os melhores registos da tabela de tempos, mas a situação foi ficando mais complicada com o passar das sessões de treinos e na qualificação ambos os pilotos tiveram sob pressão na Q2, tendo como consequência direta a eliminação de Lewis Hamilton. Conseguindo passar à Q3 e conquistando o sexto posto da grelha de partida, George Russell admitiu ter sentido o W14 de novo com problemas do ‘saltitar’, o designado ‘bouncing’, revelando ainda que o carro foi ficando cada vez mais lento com o passar das sessões.
“Estamos a lutar muito com o equilíbrio [do carro] e está a oscilar um pouco [‘bouncing’], o que penso que muitas equipas pensavam ser uma coisa do passado, mas que parece ser aparente em vários carros”, disse o piloto da Mercedes após a qualificação. “Não estamos a ter a performance necessária. É realmente uma pena, toda a gente está a trabalhar no duro para o conseguir, mas, claramente, este é um circuito um pouco fora do normal quando vemos o ritmo de alguns dos outros carros”. O piloto britânico salientou ainda que “o carro estava bem no treino livre 1, mas à medida que a aderência foi aumentando e a pista melhorou, parecíamos estar cada vez mais lentos”.
Russell deixou claro que não há uma certeza com o que acontece no W14 – “há algumas teorias, mas não há explicações” – dando como possível que o piso do traçado de Miami não seja ‘amigo’ do carro de Brackley, avançando no entanto, que ainda há muito por fazer no monolugar para conseguirem lutar por outros objetivos.
Foto: Sam Bloxham/Mercedes-AMG Petronas Formula One Team










