O arranque é sempre importante para qualquer piloto em qualquer competição do desporto motorizado, mas no Autodromo Hermanos Rodriguez o polesitter não venceu nas últimas corridas devido ao cone de ar que beneficia quem o persegue. Os primeiros metros revestem-se de uma importância maior no México e nas duas últimas corridas o terceiro piloto da grelha acabou por vencer o Grande Prémio.
Estes dados estatísticos e o terreno que os pilotos ainda têm de cobrir até à primeira curva levanta a questão – que ontem recordou Toto Wolff – se um dos pilotos da Mercedes não podem alcançar no México uma posição que a equipa ainda não conquistou este ano: a primeira posição no final do GP do México. É um tema recorrente nas recentes provas do mundial de Fórmula 1, mas a equipa de Brackley tem demonstrado um bom desempenho no traçado mexicano, apesar de terem sido incapazes de bater Max Verstappen na qualificação. O piloto neerlandês costuma ser bastante aguerrido nas primeiras curvas das corridas, mas pode ser “engolido” pelos dois Mercedes que seguem atrás de si na reta até se poder defender em curva dos ataques dos “Flechas de Prata”.
Hamilton este perto de vencer em Austin e a Mercedes mostrou que estão a aproximar-se da frente com um carro mais desenvolvido, pelo que no México será provavelmente a sua melhor hipótese até à data para conquistarem a primeira vitória do ano.











