Oliver Bearman lamentou ter sido obrigado a ficar de fora da primeira sessão de treinos livres do Grande Prémio do México devido ao regulamento desportivo da Fórmula 1. Apesar de estar a cumprir a sua temporada de estreia completa, o britânico não pôde ser considerado “rookie”, por já ter participado em três corridas no ano anterior.
As equipas são obrigadas a utilizar pilotos estreantes em duas sessões de treinos livres ao longo da época. Os estreantes são definidos como aqueles que, no máximo, têm duas participações em Grandes Prémios. Como Bearman competiu em três provas em 2024, em substituição de Carlos Sainz e Kevin Magnussen, já não é “rookie” e acabou por ter de ceder o seu lugar ao piloto de reserva da Haas, Ryo Hirakawa, de 31 anos.
Bearman reconheceu que esta ausência foi particularmente penalizadora, uma vez que nunca tinha competido no Autódromo Hermanos Rodríguez e que a pista coloca desafios específicos ligados à altitude e falta de aderência.
Ainda assim, o britânico respondeu em pista, qualificando-se pela sexta vez consecutiva à frente do colega de equipa, Esteban Ocon, e garantindo nova presença na Q3.
“É duro ter de abdicar do TL1, especialmente numa pista que não conheço,” afirmou Bearman. “Na minha posição, deveria poder participar, mas as regras são o que são. Se pudesse voltar atrás, talvez tivesse corrido apenas duas provas no ano passado. Apesar disso, chegar à Q3 mostra que estamos a evoluir. A volta que fiz foi tudo o que o carro podia dar, e o novo fundo está a trazer desempenho. O importante é continuarmos neste caminho.”









