Yuki Tsunoda, agora na Red Bull, ficou, ironicamente, atrás de Liam Lawson nesta sessão. O japonês tinha anteriormente, na Austrália e na China, quinto e nono com o Racing Bulls, desta feita foi… 15º com o Red Bull. Em declarações à Sky Sports F1: “Havia ritmo para passar à Q3, mas não consegui fazer tudo. Senti-me bem em termos de pressão. A minha mentalidade era aproveitar, mas eu tinha o ritmo, por isso não esperava acabar assim. O lado positivo é que comecei a perceber o carro. É bastante difícil de utilizar corretamente, é bastante estreita a janela, mas agora tenho confiança e sei o que fazer no futuro, disse Tsunoda, que parece estar a dar sinais que é bem capaz de ser o que melhor se pode adaptar ao ‘difícil’ Red Bull que até aqui só Max Verstappen soube ‘domar’…











Bem vindo à realidade Red Bull.
Isto lembra-me das dificuldades que Jos Verstappen e Romain Grosjean sentiram com, respectivamente, o Benetton de 1994 e o Renault de 2009, ambos carros feitos à medida de um piloto. Acho que o problema não é os «segundos» pilotos serem maus (e, nesse aspecto, acredito que a despromoção do Liam Lawson foi prematura). Por outro lado, nunca vi no Yuki Tsunoda estabilidade e consistência, além de me parecer que é demasiado lento a aprender os requisitos dos carros que conduz. Não é plausível que a troca de pilotos vá resolver o problema da Red Bull, que é o de só… Ler mais »
que pena… é para não seres guloso….
Esperemos que sim pois Yuki merece-o após o que tem feito na RB. Quanto ao carro é efectivamente um bico de obra para conduzir. Só mesmo o Max pois já está habituado a ele, e com talento suficiente para o “compreender”.
Aprecio muito o Yuki mas espero disfrutar de 3 ou 4 corridas de insucesso numa etapa inicial
A RB tem de aprender a respeitar os pilotos.
Foi estúpido da parte da equipa guardar um jogo de pneus novo para o Q3 em vez de garantir o lugar primeiro.