A McLaren está a viver um dilema quanto ao GP do Japão de Fórmula 1, pois sendo a corrida caseira da Honda – o circuito de Suzuka foi construído em 1962 como pista de testes da marca japonesa – os seus responsáveis hesitam quanto à estreia de motores teoricamente mais evoluídos, ou não.
Na sequência dos bons resultados (face ao contexto) vistos em Singapura e na Malásia, pista bem diferente uma da outra, a Honda promete mais potência na unidade motriz, mas para isso há que sofrer penalizações na grelha, pois os limites já foram ultrapassados há muito: “É a corrida da Honda, por isso queremos estar bem, mas é difícil escolher entre mais potência e partir de último…” disse Fernando Alonso.












Então, dividam o mal pelas aldeias: um leva o pacote novo, o outro leva o usado na Malásia, assim, correm menos riscos.
Visto que a Honda vai-se separar da Mclaren, será que querem mesmo estrear evoluções numa equipa que é, teoricamente, uma futura rival…? Mas depois têm de pensar que estão na sua corrida caseira, por isso têm de fazer boa figura ou vamos ouvir o Alonso a chorar todo o GP.
Eu acho que eles nem estão a pensar na questão da rivalidade. Eles estão é a usar as corridas como sessões de testes, com vista ao próximo ano.