A corrida do Grande Prémio do Japão foi confusa e teve vários episódios que devem ser analisados. Depois do episódio da grua em pista, da atribuição da totalidade dos pontos, da surpresa por Max Verstappen ter fechado as contas em Suzuka depois da penalização imposta a Charles Leclerc, vamos tendo conhecimentos de outras situações que não estão bem esclarecidas. Uma delas foi a Alpine quem chamou a atenção e diz respeito ao final da corrida e à volta em que os pilotos viram a bandeira de xadrez. A equipa francesa, que teria algo a ganhar com isso, visto que Fernando Alonso ficou a apenas 0.011s do lugar de Sebastian Vettel, considera que restavam 5 segundos do tempo máximo da corrida quando Verstappen passou pela última vez pela linha de meta e por isso, a corrida devia ter mais uma volta.
“Havia ainda cinco segundos no relógio. É por isso que ele [Verstappen] deveria ter terminado a volta”, argumentou Alan Permane, citado por Motorsport-Total.com. “Com base nos nossos sistemas, que estão ligados aos da FIA, tenho a certeza que Max estava a entrar na última volta quando cruzou a linha”.
Como aconteceu com a pontuação, existem diferenças relativas a se a corrida teve ou não suspensões. Se a corrida durar duas horas com os carros em pista, a regra estabelece que há mais uma volta a completar pelo líder quando este passa na linha no final da volta em terminou o tempo máximo, mas no caso de corridas como o Grande Prémio do Japão, é diferente. Quando o tempo limite de três horas é atingido, com a suspensão da corrida pelo meio, o líder vê a bandeira de xadrez assim na volta em que o tempo termina.
Permane, sobre este assunto, disse apenas que “temos ainda de verificar isso. Trocamos mensagens sobre se a corrida tinha terminado uma volta mais cedo. Todos concordamos que assim tinha sido, mas a FIA aparentemente não concorda”.









