Nas últimas duas semanas tem havido muita discussão em torno da McLaren e da Alpine, que para lá da luta em pista têm lutado também ‘fora’ dela no que diz respeito ao mercado de pilotos. Já há uma decisão do Contract Recognition Board (CRB) que permitiu à McLaren confirmar Oscar Piastri como um dos seus pilotos efetivos para 2023 no fim-de-semana passado, o que significa, como já se sabia, a saída de Daniel Ricciardo.
Embora a Contract Recognition Board não seja necessária, as atenções voltam-se agora para outro piloto à espera de uma decisão para ver onde poderá correr na próxima época, depois de Helmut Marko ter confirmado os planos da Red Bull para trazer para a F1 a estrela da IndyCar, Colton Herta, colocando-o na AlphaTauri.
Este é um ponto delicado, pois há muitas dúvidas se existem motivos para que o jovem de 22 anos de idade receba uma Super Licença da FIA, pois Herta está muito aquém dos 40 pontos exigidos nesta fase. Poderá argumentar-se que a pandemia da covid-19 teve um impacto no seu progresso em direcção a essa contagem, mas as dúvidas perante vários ‘observadores’, são mais do que muitas, e o primeiro argumento, é o que pensam disso os pilotos de Fórmula 2, vendo-se, potencialmente ultrapassados por uma questão meramente política…
Helmut Marko sugeriu que o Grande Prémio de Itália seria o evento em que Herta seria confirmado, se a Super Licença fosse concedida, mas não existe nesta fase uma linha temporal firme da FIA quanto a quaisquer pedidos.
Tudo isto também tem impacto num antigo piloto vencedor de Monza, sendo Pierre Gasly uma opção para Alpine se a Alpha Tauri assegurar o americano como seu potencial substituto. Vamos ver como este caso evolui…










