Max Verstappen venceu a corrida do Grande Prémio de Itália, que terminou atrás do Safety Car após o McLaren de Daniel Ricciardo ter ficado parado em pista, ainda com algumas voltas para o final da corrida.
Fazendo lembrar a corrida final do ano passado, a direção de prova decidiu manter o pelotão atrás do Safety Car negando a oportunidade de uma ou duas voltas, em modo sprint, para os pilotos discutirem as posições. Christian Horner considera que este foi um erro e vai contra os princípios do que as equipas e FIA têm vindo a discutir.
“Não queremos ganhar uma corrida atrás do Safety Car”, começou por dizer Horner à Sky. ”Discutimos durante muito tempo que deviam permitir as corridas terminarem sem SC e houve muito tempo para que fosse possível isso acontecer hoje…apanharam [o SC] o carro errado. Tínhamos o carro mais rápido e queríamos vencer sem o Safety Car. Partilhamos o desapontamento com todos os fãs, porque tiram-nos a oportunidade de assistir a um bom final”.
Sergio Pérez teve um problema com o travão dianteiro direito, que foi causado por detritos que fizeram sobreaquecer de tal forma o componente, que saíram chamas da roda. “Tivemos de parar cedo porque tinha um pneu muito gasto e sentia uma enorme vibração. Depois tinha detritos no travão direito e foi possível ver a chama que isso criou. A sua recuperação a partir daí foi fantástica, mas tivemos de o parar novamente para trocar os pneus por macios e o SC saiu para a pista. Foi uma boa recuperação dele hoje, com a volta mais rápida e bons pontos somados para a equipa”.
O responsável da Red Bull insistiu que queria ver o final da corrida sem Safety Car à frente do pelotão, acreditando que tinha o carro mais rápido para terminar, ainda assim, na liderança, concluindo que quem perdeu foram os fãs.











