Daniel Ricciardo substituiu Nyck de Vries na AlphaTauri para o resto da temporada, estando já no Grande Prémio da Hungria ao volante do AT04 da equipa de Faenza, querendo entrar em pista sem presumir como é o monolugar, que tem sido apontado, até mesmo por Franz Tost, como um carro que não ‘nasceu’ da melhor forma.
Yuki Tsunoda conseguiu em algumas corridas estar na discussão dos pontos, mas raras foram as vezes que teve sucesso, devendo-se muito ao facto do AT04 não ser tão competitivo quanto os seus rivais diretos. A Williams parece ter dado um salto qualitativo, tanto no início da temporada como no desenvolvimento progressivo do carro, por exemplo, enquanto a AlphaTauri ‘herdou’ do ano passado a falta de competitividade.
O novo piloto da equipa italiana que passa a fazer dupla com Tsunoda, sublinha o seu entusiasmo “por estar de volta” e explica que “a transição para a AlphaTauri decorreu sem problemas. Na semana passada, voltei a Faenza, a fábrica mudou muito desde a última vez que corri pela equipa, há uma década, mas ainda havia muitas caras conhecidas e senti-me em casa enquanto nos preparamos para a próxima corrida”. Daniel Ricciardo afirma que “o carro da AlphaTauri vai ser o que for. Vou conduzi-lo e trabalhar a partir daí. Não quero ter demasiadas ideias pré-concebidas sobre isso. Acho que se for um carro equilibrado, posso trabalhar desse ponto. Vai ser um grande desafio, entrar e começar a trabalhar, mas estou entusiasmado com isso”.
Sem ainda muita experiência com os carros desta temporada, o australiano diz estar “ansioso por desenvolver o carro e usar a minha experiência e, em última análise, penso que, em Budapeste, basta estar lá e desfrutar, tentar usar mais o pé direito do que o esquerdo e divertir-me”, concluiu.












