O dia de quarta-feira no GP da Hungria ficou marcado por danos no paddock após uma forte tempestade. O pitlane ficou inundado, e houve mesmo a queda de um ecrã gigante. Falava-se em onda de calor na Hungria, é verdade, vai estar calor, mas o dia de quarta-feira foi complicado, a hospitalidade do paddock da McLaren ficou danificada, mas o resto do fim de semana será com o sol.
Prevê-se que as temperaturas atinjam mais de 30ºC em cada dia de corrida, atingindo o máximo de 33ºC no domingo, e embora a humidade deva ser consideravelmente mais baixa do que os 71% que causaram preocupações de saúde no GP do Qatar do ano passado, realizado sob um calor de 36ºC, não deixará de ser uma corrida desconfortável, dadas as exigências físicas que o circuito sinuoso acarreta.
A corrida é habitualmente dura, os pneus traseiros sofrem muito, mas a maior preocupação é o arrefecimento dos travões, pois é uma corrida com muita aceleração/travagem, para além de que a baixa velocidade média reduz o fluxo de ar para os travões, mesmo com ar limpo.
Portanto, via ter que haver gestão nesse aspeto, pois como bem sabemos as corridas são muito mais do que simplesmente andar o mais depressa possível.












