Por Pedro André Mendes e Fábio Mendes
Parte 1 AQUI
Parte 2 AQUI
Aston Martin – Qualificação ditou resultado na corrida
Sebastian Vettel teve azar em ficar retido no meio da escaramuça dos dois Haas e foi eliminado ainda na Q1. O seu colega de equipa, Lance Stroll, passou para a Q2, mas com uma má primeira volta rápida, ficou de fora de conseguir chegar à Q3, que parecia possível, apanhado que foi, pela bandeira vermelha.
Em corrida, Stroll passou quase sem dar nas vistas, tendo muito dificuldade em pressionar qualquer adversário que estivesse à frente. Terminou no 12º lugar, beneficiando do furo de Giovinazzi e dos problemas de Russell no final da corrida. Vettel, ficou mal no pião à entrada da curva 3. Não iria conseguir ultrapassar e perdeu controlo do carro. É preciso fazer reset e preparar a corrida difícil de Monza.
Aston Martin – Nota 6
Lance Stroll – Nota 6
Sebastian Vettel – Nota 5
Alfa Romeo – Giovinazzi a fazer pela vida
Esta corrida serviu para Antonio Giovinazzi tentar manter a sua posição na equipa para a próxima época. A verdade é que Giovinazzi não cometeu muitos erros. Em qualificação esteve muito bem, conquistando o sétimo lugar, mas após a largada o italiano ficou entre a relva e os adversários. Não arriscou e quis apenas trazer o carro até ao fim da corrida. Baixou para décimo, até que um furo o obrigou a parar e perder posições. Deveria perder a posição para Lando Norris e Sergio Perez, mas não teve sequer oportunidade de a defender. Foi uma corrida inglória, sem sequer chegar aos pontos.
Sem Kimi Raikkonen para sábado e domingo, a equipa teve de contar com Robert Kubica. Um piloto que sabe o que é o azar, não desiludiu e com poucas voltas dadas no carro, conseguiu uma ultrapassagem a Nicholas Latifi na última volta. Cumpriu.
Alfa Romeo – Nota 7
Robert Kubica – Nota 6
Antonio Giovinazzi – Nota 8
Williams – Depois do brilharete, a desilusão
As provas da Hungria e da Bélgica trouxeram surpresa, muitos pontos e um prémio merecido para uma equipa que tem mostrado uma resiliência a toda a prova e que já merecia sorrir. Mas em Zandvoort as coisas não correram tão bem, especialmente em corrida. Na qualificação ambos os carros passaram à Q2 e George Russell esteve perto de conseguir nova vaga na Q3, mas na corrida todo esse esforço se esfumou e o ritmo dos Williams não permitiu mais do que um 16º para Nicholas Latifi e 17º para Russell com problemas técnicos no final e com alguns erros, quer na qualificação quer na corrida (penalização de cinco segundos por ter excedido a velocidade permitida na pit lane). Foi uma espécie de regresso à realidade depois de duas provas de sonho. O ritmo em qualificação é claramente interessante, mas em corrida continuam a faltar argumentos.
Williams – Nota 5
George Russell – 5
Nicholas Latifi – 4
Haas – Jovens pilotos começam a mostrar as garras
O ritmo competitivo da Haas não permite que sejam destaque, mas os jovens pilotos estão a encontrar forma de serem falados. Nikita Mazepin e Mick Schumacher estão a ter cada vez mais dificuldade em evitar os problemas em pista e pelo andamento da situação poderemos ver algum dissabor em breve. Mazepin ficou irritado com a ultrapassagem de Schumacher na qualificação, algo que foi feito com luz verde da equipa e na corrida voltou a fazer uma defesa “à la Mazepin” que ia colocando o seu colega em apuros. Mas a realidade dos números voltou a falar mais alto e em qualificação Schumacher foi mais rápido e na corrida apesar de um bom começo do russo, foi caindo até ao 19º até terminar mais cedo com problemas técnicos. Mazepin continua sem mostrar o mesmo nível do seu colega e começa a criar mau ambiente enquanto Schumacher tem aqui um bom teste para o futuro, apesar de em pista ter claramente mais argumentos
Haas – Nota 4
Mick Schumacher – Nota 4
Nikita Mazepin – Nota 2













O Giovinazzi caiu para 10º por causa do encosto – involuntário, aceita.se – que o Sainz lhe deu na 1ª volta. E foi graças a isto que o Nando galgou lugares, mesmo assim ainda tem a desfaçatez de dizer em público que o Giovinazzi o atingiu, quando o replay da mundovisão mostrou o espanhol a guinar para a sua esquerda e “travar ” provocando a colisão com o piloto da Alfa. Ao ponto dos speakers da Eleven ficarem confusos ou sem palavras para protegerem o seu favorito Alonso.
Completando: ” Creio que o Esteban me atingiu na curva 1. Russell na 2. E o Giovinazzi na 6 “. Palavras de Fernando Alonso. Fonte?
https://as.com/motor/2021/09/06/formula_1/1630926448_117821.html
E a conclusão dessa bela historieta é?
Cumprimentos
Nem todos são papalvos
Pra mim os dois pilotos da Haas levavam nota zero!
E a equipa para mim ainda tem mais culpas no cartório. Aquela situação na qualificação não se percebe. Os Haas devia participar apenas no Q0.