O pior resultado do acidente sofrido por Max Verstappen foi o estado em que ficou o seu monolugar, felizmente para o piloto. Foi visível nas imagens chegadas de Silverstone que o RB16 estava muito mal tratado, colocando-se logo duas questões: poderia a unidade motriz ser salva, não obrigando ao uso de uma quarta unidade e consequente penalização para o piloto; e quanto custaria à Red Bull um novo chassis?
Segundo Toyoharu Tanabe, diretor técnico da Honda F1, os estragos na unidade motriz podem não ser tão profundos como inicialmente se temeu, mas uma avaliação mais pormenorizada será feita no Japão, nas instalações de pesquisa e desenvolvimento da Honda em Sakura.
“Quando vi pela primeira vez as imagens do carro a ser levantado, pensei que havia muitos danos, mas na realidade, parece que os danos são menores do que os que vimos pela primeira vez. Contudo, o dano real não pode ser conhecido pelo seu aspecto quando [a unidade motriz] ainda está montada no carro. Por isso, gostaríamos de a enviar de volta à HRD em Sakura e verificá-la antes de tomarmos uma decisão”.
Contudo, falta saber quanto do orçamento limitado da Red Bull será gasto devido ao acidente. A Mercedes apontou valores na ordem de 1 milhão de libras esterlinas gastos, após o acidente de Valtteri Bottas em Imola.












