Não é só a corrida de qualificação que domina o interesse do fim de semana de fórmula 1, pois o facto da Mercedes levar upgrades para Silverstone é importante, já que vimos de cinco triunfos seguidos da Red Bull e se há uma pista em que a Mercedes é boa, é em Silverstone. Foram feitos muitos comentários por parte de Toto Wolff durante as duas corridas na Áustria, ao sugerir que a Mercedes não iria desenvolver mais o seu monolugar de 2021 enquanto a Red Bull continuava a acrescentar desempenho ao seu, mas a verdade é que há diferenças entre desenvolvimento e atualizações.
Pode ter parado o desenvolvimento e, portanto, não haver mais itens a ser testados no túnel de vento, mas isso não significa que tudo o que foi desenvolvido anteriormente tenha sido fabricado e trazido para o carro. Portanto, quando James Allison esclareceu a questão, ficou a saber-se que haveria uma atualização introduzida em Silverstone por parte da Mercedes.
Os pilotos têm sido bastante tímidos quanto à dimensão dessa atualização, mas o que já ficou claro é que essa evolução precisa de dar à Mercedes um sólido passo em frente, pois face ao que se tem visto, a Red Bull está um bom passo à frente em termos de desempenho. Dito isto, o W12 esteve muito mais no ritmo em Paul Ricard, do que sucedeu nas duas corrida da Áustria, pelo que talvez em Silverstone seja possível ver Lewis Hamilton e Valtteri Bottas em luta direta com a Red Bull.












Bem, se este upgrade não funcionar (ganharem a corrida e até uma possível dobradinha), então bem podem pensar em 2022, se os Mercedes nesta pista não baterem em performance os RB, então o RB é de longe bem mais forte que o Mercedes.
Na minha opinião em corridas tudo pode acontecer, mas em desempenho bruto os Red Bull vão ser superiores, pois estão melhores em pista de alta velocidade com curvas longas, no próximo GP da Hungria, os Mercedes estarão melhor.
Se a Mercedes, ficar atrás em Silverstone, acabou o campeonato