No ‘rascunho’ da diretiva técnica que foi remetido às equipas no GP da Grã-Bretanha pelo diretor técnico da FIA, Nikolas Tombazis, e que só vai entrar em vigor no GP de França, a FIA anunciou um endurecimento das regras relativas à rigidez do piso, acrescentando que pretendia assegurar que houvesse uma relevância justa e equitativa entre todos os carros. Só que isso pode significar que isso não está a suceder.
A FIA vai ‘atacar’ as ‘deformações excessivas’ do piso e impor o escrupuloso cumprimento de 2mm.
Segundo o Motorsport.com, o patrão da Mercedes, Toto Wolff disse que foi um “choque” descobrir que as equipas rivais podem ter estado a explorar os pisos flexíveis para ajudar a controlar o ‘bottoming’, o bater do chão do carro na pista.
Como se percebe, na reunião do Comité Técnico Consultivo (TAC), depois do GP do Canadá, surgiram suspeitas de que algumas equipas ultrapassaram esses limites das regras que supostamente limitam a flexão dos seus pisos e tábuas. Os regulamentos estipulam uma deflexão máxima de 2mm a meio e na traseira do carro.
Houve alegações de que algumas equipas conseguiram flexionar os pisos até 6mm, o que lhes permitiria rodar com maior inclinação e muito mais perto do chão, o que significa melhor desempenho.
A Mercedes já disse que era óbvio que isto não era nada com eles, mas acrescenta que “pode muito bem afetar os nossos concorrentes”…
Vamos ver no GP de França…










