George Russell continua a manter nos 100% o recorde de chegar à Q2, basicamente o que pode aspirar na qualificação, enquanto na corrida foi 12º, que é ‘só a sua melhor classificação do ano. O melhor que tinha feito foram dois 14º lugares.
Correu-lhe mal a primeira volta, perdeu posições, mas recuperou fez ‘undercut’ a Esteban Ocon e aos dois Alfa Romeo, passou um Charles Leclerc nas boxes e também, neste caso inesperadamente, Yuki Tsunoda no ‘braço’, terminando em 12º: “Foi uma tarde muito boa. Fizemos algumas ultrapassagens, incluindo Tsunoda e conseguimos terminar à frente de Ocon e dos Alfa Romeo, também. As condições eram complicadas, e foi difícil manter a temperatura nos pneus sem muito granulado, mas o carro estava bom, e fizemos a estratégia funcionar muito bem. Terminar em 12º no mérito é um grande feito e eu diria mesmo que é provavelmente a melhor corrida que alguma vez tive com a equipa”.











Espero que seja um futuro campeão. Está a mostrar serviço há muito e manter estes níveis num carro com muitas dificuldades faz dele uma pessoa forte e comprometida. Espero que tenha um bom carro no futuro.
Foi, efectivamente, a melhor corrida, até porque não beneficiou de nenhum abandono.
O Russell pode não ter marcado pontos para o campeonato, mas continua a marcar muitos junto de quem verdadeiramente lhe importa nesta altura da carreira, ou seja, junto de Toto Wolff. Vi a conferência de imprensa a que todos os pilotos são sujeitos antes de cada corrida, e é evidente que Russell tem o seu lugar assegurado na Mercedes para 2022, só lhe faltou mesmo confirmar, mas para bom entendedor, meia palavra basta como se costuma dizer. Além disso, a azeda troca de palavras entre Bottas e o seu engenheiro também é um sinal de que os melhores dias já… Ler mais »