O Circuito das Américas, em Austin, regressa este ano ao calendário de Fórmula 1, após um ano de fora devido à pandemia de Covid-19, com um aspeto ligeiramente novo. Durante o ano passado, a pista foi submetida à colocação de novo asfalto em cerca de 40% do seu comprimento total. Embora a rugosidade do novo asfalto ainda não tenha sido analisada, a Pirelli confirmou a mesma seleção de pneus de 2019, com base nos dados disponíveis, com os três compostos médios da gama: C2 como o pneu duro, C3 como pneus médio, e C4 como o pneus macio.
“Embora as equipas tenham bastante experiência de Austin, este ano enfrentam uma pista que mudou um pouco em relação a 2019, quando corremos pela última vez. Cerca de 40% da pista sofreu reparações no asfalto, mas devido às restrições da COVID-19 não conseguimos enviar o nosso pessoal para analisar o novo asfalto, pelo que as suas características são um ponto de interrogação para todos e só quando lá estivermos descobriremos os efeitos finais sobre os pneus e o desempenho dos carros em geral. Como habitualmente, a seleção dos pneus foi feita com base em dados obtidos antes da corrida, com os compostos do meio da gama bem adaptados às circunstâncias”, afirmou Mario Isola da Pirelli Motorsport.
O clima no Texas nesta altura do ano pode ser imprevisível. A seleção dos compostos escolhidos é consequentemente bastante adaptável a uma grande variedade de temperaturas, embora a corrida deste ano vá a ser realizada mais cedo do que da última corrida em Austin.
O Circuito das Américas não tem sido muito utilizado, o que deverá levar a uma pista sem muita aderência no início do fim de semana. No entanto, a Fórmula 4 e a WSeries vão servir de séries de apoio à Fórmula 1, o que significa um elevado grau de evolução da pista à medida que mais borracha fica no asfalto.
Em 2019, Valtteri Bottas venceu o GP dos EUA, com uma estratégia de duas paragens, começando com pneus médios, enquanto o seu colega de equipa, Lewis Hamilton terminou em segundo lugar apenas com uma paragem.











