Antonio Giovinazzi esteve pela segunda vez esta época aos comandos do Haas VF-22, mas durante o treino livre do Grande Prémio dos EUA um acidente apenas na sua terceira volta, terminou prematuramente com a sessão para o piloto italiano, que espera que não prejudique as hipóteses de um regresso à Fórmula 1 a tempo inteiro.
A possibilidade de Giovinazzi regressar aos comandos de um monolugar de Fórmula 1 como piloto principal são diminutas, tendo como maior probabilidade o lugar na Haas do que na Williams, as únicas duas equipas que ainda não confirmaram as suas duplas para 2023. Assim sendo, o acidente sofrido não o beneficiou em relação a Mick Schumacher, o ainda piloto da equipa norte-americana e que pode manter-se ao lado de Kevin Magnussen mais uma época.
“De certeza que não ajuda”, admitiu Giovinazzi sobre o acidente e a possibilidade de regressar à Fórmula 1. “Mas por outro lado, já mostrei o que podia fazer na Fórmula 1. Sei que não é esta única volta e algumas curvas que vão acabar com a minha carreira. […] Já estive três anos na F1. Se as pessoas querem-me, não é por causa de hoje. É pelo que fiz no passado e o que posso fazer, por isso vamos ver”.
Apesar de ser um prioridade para Giovinazzi regressar à Fórmula 1, tem pouca margem de manobra, mas o piloto italiano vê em Nyck de Vries um exemplo do que lhe pode também acontecer. “Nunca digas nunca na F1. Vimos o que aconteceu com Nyck [de Vries] em Monza. Vamos ver o que acontece. Mas até agora, não sei o que vou fazer em 2023″.
O italiano não deverá ter mais oportunidades para estar ao volante de um F1 esta época e caso não tenha lugar na competição maior do automobilismo, vê como possibilidade a entrada na classe Hipercarro do Campeonato do Mundo FIA de Resistência com a Ferrari.












