O Grande Prémio de Espanha tem sido tradicionalmente palco da chegada de grandes pacotes de atualizações por parte de várias equipas e, embora o limite de custos tenha influenciado a forma como abordam os desenvolvimentos, há várias razões para que este seja novamente um fim de semana atarefado a esse nível.
Em primeiro lugar, a localização do Circuito de Barcelona-Catalunha torna logisticamente muito mais fácil trazer novas peças. O fabrico pode ser levado até ao limite, com apenas um curto voo de todas as fábricas para a pista.
Embora já tenhamos tido duas corridas na Europa – em Imola foram trazidas novas peças, mas o Mónaco é menos apreciado devido ao risco de danos – o paddock permanece no mesmo continente durante os meses de verão europeus a partir de agora.
Barcelona também marca a primeira corrida de uma tripla – que também inclui a Áustria e a Grã-Bretanha – e é o início de cinco corridas em seis semanas. Isto significa que se levar uma atualização para Espanha, obterá um valor significativo num curto espaço de tempo.
Por fim e esta é também uma razão muito importante, a pista em si é um bom teste geral para um qualquer carro, pois tem curvas de alta e média velocidade, colocando ênfase no desempenho aerodinâmico e fornecendo um layout fiável para analisar o impacto de quaisquer peças novas.
FOTO MPSA/Phillippe Nanchino












