Fernando Alonso revelou que um problema ainda não diagnosticado obrigou a uma paragem antecipada nas boxes, pondo fim às suas esperanças na qualificação ainda no Q1.
Fernando Alonso revelou que um problema não diagnosticado o forçou a entrar nas boxes, terminando prematuramente a sua sessão de qualificação no Q1 do Grande Prémio de Emilia-Romagna.
Este inesperado contratempo seguiu-se ao acidente sofrido pelo espanhol no terceiro treino livre. Apesar do acidente, a Aston Martin trabalhou para reparar o carro do espanhol a tempo da qualificação, confirmando o piloot que foi um esforço conjunto dos dois lados da garagem, fundamental para que voltasse à pista ainda hoje.
“A equipa foi incrível hoje. Foi bom ver que, nas horas que antecederam a qualificação, ambas as equipas, do carro 18 e do carro 14, trabalharam arduamente para colocar o meu carro na em pista. Conseguimos fazê-lo. Por isso, um grande obrigado a todos”, disse Alonso após a sessão que ordenou a grelha de partida para o GP da Emilia-Romagna.
Mesmo após a reparação, Alonso continuou a ter problemas com o seu carro, tendo saído de pista durante a qualificação. Estes problemas acabaram por se agravar, levando ao seu abandono prematuro no Q1. A natureza exata do problema que forçou Alonso a ir para as boxes continua por diagnosticar, aumentando as frustrações do dia para o piloto da Aston Martin.
“Abastecemos durante toda a sessão e depois fizemos algumas paragens nas boxes para me dar um pouco mais de voltas para testar. E fiz a melhor volta na qualificação na primeira tentativa, e penso que tínhamos muito combustível nesse momento da sessão. Só que, depois, na última tentativa, quando o carro estava mais leve, tivemos de parar devido a um problema desconhecido. Em suma, foi um daqueles dias em que não é o nosso dia. O acidente no treino livre 3 e na qualificação, não foi fácil”, admitiu o espanhol.
Alonso acrescentou ainda que “perguntei qual era o problema e disseram-me que ainda não se sabia, mas que tínhamos de parar. Vamos ver o que é e o que podemos fazer amanhã. Acho que será uma corrida muito dolorosa, começando lá atrás. Imola é a segunda pista mais difícil de ultrapassar, logo a seguir ao Mónaco. Singapura é mais fácil do que Imola, só para colocar em perspetiva. Por isso, penso que será difícil, mas espero que possamos aprender alguma coisa. Há dias bons e dias maus, este foi um dia mau e temos de continuar assim”, concluiu.










