No final da corrida a Ferrari apresentou um protesto à FIA, apontando irregularidades no regresso à pista dos dois Red Bull, aquando das suas paragens nas boxes. Nas imagens da transmissão foi possível ver Max Verstappen a aproximar-se demasiado da linha amarela que delimita a saída das boxes e que não pode ser transposta. A Ferrari apresentou um protesto, referindo que os carros #1 (Max Verstappen) e #11 (Sergio Pérez) teriam tranposto a linha. Os protestos foram rejeitados pelos comissários.
Os comissários referiram o Artigo 5 c) do Capítulo IV do Apêndice L do ISC que “estipula que na saída das boxes um carro “não deve atravessar” a linha Neste caso, o carro não ´deve atravessar´ a linha – para o fazer teria de ter uma roda completa à esquerda da linha amarela”, disseram os comissários. “Consequentemente, o piloto não violou a secção relevante do Código e isto tem precedência sobre qualquer interpretação das notas. Por conseguinte, o protesto é rejeitado e a taxa de protesto é perdida. O diretor da prova Eduardo Freitas explicou também que as notas do evento pré-corrida tinham sido “cortadas e coladas” a partir da versão de 2021, “e portanto não tinham sido alteradas para refletir as alterações do Apêndice L de 2022”. Esta resolução aplicou-se ao caso de Verstappen.
No caso de Pérez, a Ferrari admitiu que nenhum dos pneus do mexicano estavam do lado esquerdo da linha amarela, pelo que o protesto também foi rejeitado. Assim, as posições do GP do Mónaco mantêm-se inalteradas.










