GP do Azerbaijão F1: Drive Through
Como em todas as corridas, elegemos os cinco melhores e os cinco piores do fim de semana. Aqui temos a nossa escolha para os cinco momentos/pilotos que mereceram nota negativa no GP do Azerbaijão:
Ferrari
Os principais derrotados do GP do Azerbaijão. Dois problemas distintos obrigaram ao abandono de Charles Leclerc e Carlos Sainz, mas os Red Bull pareciam estar com mais andamento do que os F1-75.
Já escrevemos anteriormente e sublinhamos novamente, a Ferrari ficou a 80 pontos da Red Bull e o campeonato em risco, com apenas 8 corridas realizadas. O campeonato é longo e ainda há muito para conquistar, mas a Scuderia está em maus lençóis.
Lance Stroll
Com Sebastian Vettel a “espremer” tudo do Aston Martin, Stroll voltou a ter um mau fim de semana. Bateu duas vezes na sessão de qualificação e voltou a não conseguir uma qualificação limpa, sem incidentes. Em corrida ainda tentou recuperar algumas posições, mas teve de desistir depois de sentir vibrações no monolugar. Vettel nos pontos, Stroll a marcar passo pela terceira vez consecutiva.
Alfa Romeo
Guanyu Zhou podia ter somado pontos pela segunda vez esta época, mas teve de abandonar com problemas mecânicos no monolugar da Alfa Romeo. Uma oportunidade desperdiçada, tal como o piloto afirmou pelo rádio à equipa.
Não pareciam tão fortes como noutras corrida e o carro voltou a comprovar ser “frágil”.
Nicholas Latifi
Surgem rumores, cada vez mais fortes, que a Williams pode até fazer parceria com a Renault/Alpine para substituir Latifi por Oscar Piastri, depois do piloto canadiano não dar indicações de tentar melhorar os seus desempenhos. Com a Williams fragilizada do ponto de vista financeiro podia fazer sentido à equipa manter o piloto, mas com a situação mais estável, o melhor será mesmo procurar quem consiga acompanhar Alexander Albon e fugir da cauda do pelotão.
Porpoising
Queixas a mais ou não, como alegou Christian Horner, este tem sido um problema para os pilotos. As oscilações sentidas pela maioria dos carros obriga os pilotos a um esforço físico acrescido e uma perda de performance dos carros. Torna-se mais fácil perder o controlo dos monolugares e isso tem de ser melhor analisado.
Pierre Gasly admitiu ter sessões de fisioterapia antes e depois de se sentar aos comandos do monolugar e realçou estar a comprometer a saúde. Continua a querer ter um carro rápido e está disposto a fazer sacrifícios, mas isso é normal nos pilotos. Em termos de questões de segurança para os pilotos não podemos ignorar os sinais e a FIA tem de agir.
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simiao jms
13 Junho, 2022 at 21:46
É apenas uma acha para a fogueira, mas de um momento para o outro começar tudo correr mal no que respeita motorizações de Maranello, é muito estranho, porque num passado recente algo parecido já passou “lá dentro”…. Alguém interno a boicotar as boas prestacoes até então é tudo desaba… É muito estranho tendo em conta “malta” Doutras equipas que passaram para lá e vice-versa….. Volta Ross / Todt, assim nunca mais la vao mas Ferraris sempre! Aqui não se muda consoante música….