Quem visse por onde andaram os dois McLaren nas primeiras 10 voltas era bem capaz de ‘jurar a pés juntos’ que Lando Norris e Daniel Ricciardo não iriam terminar no quinto e sexto lugares, mas foi isso exatamente que sucedeu.
De repente, a dupla dos carros ‘papaia’ começaram a ‘andar para a frente’, e foi o que se viu.
Ricciardo foi às boxes na volta 17 quando era sétimo, na volta 36 já era sexto, onde terminou.
Norris, que perdeu duas posições na primeira volta, caindo para 10º, foi às boxes na volta 23, e na 37 já era quinto onde terminou. Tudo, devido à boa ligação do carro aos pneus duros.
Mais uma vez ficou provado que a McLaren talvez não seja tão rápida quanto a Ferrari ou mesmo a Alpha Tauri numa só volta, mas quando se trata de ritmo de corrida a conversa é outra e esta corrida foi mais uma bela prova disso mesmo. 18 pontos e o regresso aos terceiro lugar dos Construtores é um belo prémio para uma equipa que continua a fazer o seu percurso até ao topo.












Mas foi um resultado enganador, ficaram a mais de um minuto da frente. Contentam-se apenas em bater a equipa da “Mula Rampante”? O que acontece é que o segundo pelotão está d e m a s i a d o longe da frente. Aparte isso, desde 1979 que não via um GP de França tão emotivo.
A Mclaren dúvido que se vá preocupar em tentar ficar mais perto da Mercedes e RB este ano. O foco é conseguir o terceiro lugar pelo dinheiro que isso trás (o segundo lugar é impossível, por isso para quê gastar mais do que o necessário em monolugares que estão em fim de vida).
O resto do foco será para 2022.