A pista de Barcelona é um local popular para testes de carros e pneus de F1, pois é uma pista completa e exigente em termos aerodinâmicos. O traçado atual apresenta um layout sem chicane, proporcionando maior fluidez e velocidade. Além disso, há mudanças nos compostos dos pneus, oferecendo agora mais opções estratégicas às equipas, e os pilotos terão a oportunidade de experimentar essa nova ‘construção’ de pneus durante os treinos: “Tradicionalmente, Barcelona tem sido um dos locais mais populares para testes, tanto para carros como para pneus. É uma pista completa, com vários tipos de curvas e também uma reta muito longa. Posto isto, a eficiência aerodinâmica é fundamental para ser competitivo.
O sector final foi alterado para esta edição, regressando ao layout original sem chicane. Esse facto torna a pista muito mais fluida e aumenta também a velocidade de entrada na reta principal. As curvas, 3 e 9 são particularmente exigentes em termos de forças laterais exercidas nos pneus.
Escolhemos os mesmos compostos que levamos para a abertura da temporada, no Bahrein, mas é importante lembrar, em comparação com o ano passado, que o C1 deste ano é um composto totalmente novo, projetado especificamente para preencher a lacuna entre o pneu mais duro da gama (agora chamado de C0) e o C2.
Em teoria, isso deve oferecer às equipas uma maior variedade de escolhas estratégicas, uma vez que o composto mais duro não foi utilizado na corrida do ano passado.
Outra novidade é a chance que os pilotos terão durante as duas primeiras sessões de treinos livres de experimentar dois conjuntos adicionais de pneus duros que contam com a nova construção que será usada a partir do Grande Prémio da Grã-Bretanha em diante. Além do uso de alguns novos materiais, que já foram homologados após um extenso programa de testes, a última especificação é idêntica à versão anterior. Inicialmente, esta alteração estava programada para 2024, mas a sua introdução foi antecipada para tornar a estrutura mais resistente à fadiga, pois as cargas geradas pelos carros atuais já atingiram as metas estabelecidas para o final da temporada. No entanto, essa nova construção não tem impacto nos parâmetros técnicos ou no desempenho dos pneus. Também continuaremos a nossa campanha de testes para os pneus de 2024 após a corrida, com a Mercedes e a Ferrari, durante dois dias, como parte do desenvolvimento dos compostos para o próximo ano”, disse Mario Isola, Diretor de Motorsport da Pirelli.











