Depois de uma corrida Sprint em que a Mercedes voltou a dominar, apesar da forte pressão da Ferrari, pilotos e equipas preparavam-se para a qualificação. Com 32 °C de temperatura na pista e 18 °C de temperatura do ar (humidade nos 34,6%), as condições eram excelentes para a qualificação, onde George Russell era o grande favorito. Mas antes dessas contas, era preciso concluir a Q1, que eliminaria os seis pilotos mais lentos.
Com a pista a revelar-se exigente com os pneus e a escolha limitada, uma boa gestão de borracha seria fundamental.
🟢 GREEN LIGHT FOR Q1 🟢
— Formula 1 (@F1) March 14, 2026
Valtteri Bottas leads the pack out onto the track 🤝#F1 #ChineseGP pic.twitter.com/wWUi7ujkdT
Os primeiros tempos começaram a surgir com Liam Lawson (macios novos), Isack Hadjar (médios novos) e Max Verstappen (médios novos) a entrarem no segundo 34, enquanto Oscar Piastri (macios usados) foi o primeiro a entrar no segundo 33. Mas a conversa mudou quando os Mercedes foram para a pista com pneus macios novos, deixando a concorrência a mais de meio segundo. George Russell assumiu o primeiro lugar, com menos 0,043 segundos do que Kimi Antonelli. A primeira tentativa com médios não entusiasmou Hamilton, que se aproximou dos Mercedes na segunda tentativa com macios novos.
Quite a slide for Lewis Hamilton in the Ferrari 💨💨#F1 #ChineseGP pic.twitter.com/l5iYYocyy1
— Formula 1 (@F1) March 14, 2026
Com a sessão já para lá do meio, Charles Leclerc subiu ao primeiro lugar, tirando 0,087 segundos ao tempo de Russell. A ordem era Leclerc, Russell, Antonelli, Hamilton, Norris e Piastri. Na zona de eliminação estavam os dois carros da Aston Martin, os dois da Cadillac e os dois da Williams. E esta ordem manteve-se no final da Q1. Na frente, Leclerc ficou com o melhor registo (1:33,175 – macios novos), seguido de Russell, Antonelli, Verstappen, Hamilton, Norris, Bortoleto, Piastri, Hadjar e Colapinto.

Foto: Laurent Cartalade / MPSA










