No primeiro Sprint do ano, no Azerbaijão, viu-se a Ferrari levar a luta até à Red Bull, com Charles Leclerc a ser o mais rápido em ambas as sessões de qualificação em Baku. Mas foi a Aston Martin e a Mercedes que foram os adversários mais próximos de Max Verstappen, na última corrida, em Montreal, há duas semanas.
A Ferrari também esteve bem no ritmo, com Leclerc e Carlos Sainz a perderem apenas cerca de um segundo para o segundo classificado Fernando Alonso nas últimas 30 voltas, depois de fazerem as suas paragens nas boxes, mostrando que tinham o mesmo nível competitivo que os seus principais rivais.
Embora Max Verstappen tenha minimizado o facto de a diferença ter sido menor no Canadá do que em qualquer outra pista esta temporada – sugerindo que o traçado da pista e as condições meteorológicas desempenharam um papel importante – foi também um circuito que não se esperava que se adequasse à Mercedes, enquanto a Aston Martin trouxe uma atualização que provavelmente terá um impacto maior noutros circuitos.
Ter três equipas que estavam mais próximas da Red Bull no ritmo de corrida em Montreal é uma perspetiva excitante, uma vez que qualquer uma delas, com um fim de semana particularmente forte pode levar a uma verdadeira batalha pela vitória.
E imaginem só se fossem duas ou mesmo as três a continuar a reduzir a diferença.
Basicamente, com oito vitórias e oito triunfos da Red Bull, seis de Max Verstappen, dois de Sergio Pérez, sete pole positions da Red Bull, uma da Ferrari, qualquer esperança de ter mais equilíbrio na F1 é bom, porque depois de tantos aborrecidos anos de domínio Mercedes, os adeptos ficaram muito esperançados que 2021 se protelasse ‘para sempre’ na F1. Mas pelos vistos isso era pedir demais…











Não mudassem os regulamentos a 1/2… Fora o resto… Se querem assim, vai ser mais um passeio.