Christian Horner falou sobre a estratégia que permitiu à Red Bull sacar a pole para o GP da Arábia Saudita. A Q3 foi afetada pelo incidente de Lando Norris, mas a Red Bull e Max Verstappen tiveram a resposta certa para conseguir a tão desejada pole.
“Quando chegámos a essa qualificação, depois de sairmos do TL3, a questão era saber quem seria o terceiro” disse Horner no final da qualificação. “E, de repente, na primeira sessão de qualificação, o Max foi o mais rápido e pensamos: ‘Espera aí, a McLaren está a levantar o pé?’ Na Q2, estávamos lá outra vez. E depois o infeliz acidente do Lando na Q3, só havia quatro carros com dois conjuntos novos, que eram os dois McLaren, o George e o Max. Felizmente, o Lando ficou bem, mas isso deixou-nos com uma questão: no limite, fazer dois tempos, para os quais havia 25 segundos de margem, ou aguentar e fazer apenas uma volta?”
“Optámos por fazer os dois tempos, o que nos colocou sob pressão porque, se houvesse algum problema, perderíamos essa margem. O que foi impressionante para mim foi que, como fazemos a paragem nas boxes, tivemos de colocar mais combustível. Por isso, ele tinha mais seis ou sete quilos de combustível na primeira volta, que foi a mais rápida, o que colocou pressão sobre os outros pilotos”.
“E depois, mais uma vez, a última volta dele foi espetacular. Conseguir esta pole, a nossa segunda nas últimas três corridas, é muito gratificante. Um desempenho fenomenal do Max e da equipa, e é bom ter o Yuki também na Q3.”











Exactamente. Faltava 8.32 (?) min ., todos a considerarem que não conseguiam fazer 2 voltas, mas o Max – foi iniciativa dele procurar essa possibilidade – a fazer um tempo fantástico com um set que já tinha feito 1/ 2 volta, aí batendo o Piastri por 000.1, e a seguir a montar novos soft novos para 2a volta, com a volta de saída rapidíssima e o muro a pedir ao Tsunoda que o esperasse para o ‘rebocar com o co e de ar’, o que aconteceu a partir da curva 27 ( porque o Horner, e o autosport, já agora… Ler mais »