Três vencedores diferentes nas últimas três corridas, e um verdadeiro desafio a começar a surgir em ambas as ‘metades’ do campeonato – o primeiro e 2º pelotão – aumentaram certamente a intriga em torno de cada fim de semana de corridas.
E está na altura da já tradicional interrupção da época europeia com uma viagem a Montreal, onde escolher um vencedor continua a ser complicado.
É verdade que falar de ‘dificuldades’ e juntar Red Bull será sempre um termo relativo quando falamos da equipa que está atualmente no topo do campeonato de construtores e que também lidera a classificação de pilotos, mas no contexto recente tem sido uma fase difícil para a Red Bull.
A vitória de Lando Norris em Miami foi indiscutivelmente ‘ajudada’ por um Safety Car, mas aconteceu com a McLaren mais rápida nesse dia, enquanto Lando Norris também foi indiscutivelmente o mais rápido em toda a distância da corrida em Imola, mas um trabalho brilhante de Max Verstappen garantiu a pole e a importante posição em pista que o ajudou a manter a vitória, embora, talvez, mais uma volta a ‘conversa’ pudesse ter sido outra.
Depois veio o Mónaco, e uma verdadeira fraqueza da Red Bull foi finalmente exposta, com o carro a debater-se com os corretores e a superfície irregular do asfalto, deixando Verstappen limitado ao sexto lugar e Sergio Perez eliminado na Q1.
Após essa corrida, Verstappen sugeriu que a necessidade de atacar os corretores no Canadá também poderia ser problemática, embora a Red Bull tenha os dados e informações do Mónaco para tentar encontrar maneiras de resolver o problema.
No entanto, o neerlandês insiste que se trata de uma caraterística inerente ao carro e que não é uma solução rápida ou fácil, pelo que a atenção estará centrada no desempenho nos treinos de sexta-feira e nos comentários dos pilotos após as duas primeiras sessões.
FOTO: MPSA/Phillippe Nanchino











