Lewis Hamilton foi um dos pilotos com mais queixas físicas no final da corrida do GP do Azerbaijão devido às oscilações sentidas aos comandos do Mercedes W13. As dores nas costas eram tantas, que o britânico tem dúvidas se conseguiria sair do monolugar em menos de 10 segundos como exigem as regras em caso de acidente.
Em conferência de imprensa de antevisão do GP do Canadá, o tema do “porpoising” e da diretiva técnica da FIA foi levantado e Hamilton considera inútil aumentar a altura ao solo do carro, visto que a sua equipa o tem feito durante a maior parte da época e não tem resultado.
“Na última corrida e nas corridas anteriores, levantámos o carro, e continuamos a oscilar”, disse Hamilton. “Porpoising, é mais sobre a estrutura de fluxo por baixo do carro – por isso temos o carro mais levantado a maior parte da época e só em Barcelona é que começámos a conseguir baixá-lo um pouco mais e não tivemos oscilações pela primeira vez, exceto nas curvas de alta velocidade. Mesmo quando levantamos o carro ainda conseguimos sentir as oscilações. E na verdade, não podemos aumentar mais a altura. Estamos agora limitados pela suspensão traseira”.
Hamilton, tal como outros pilotos, está preocupado com o impacto que estes carros poderão ter na saúde no futuro.












