Parado à volta 48, Sergio Pérez voltou com um jogo novo de pneus médios à pista e na quarta posição, com Max Verstappen atrás de si, que vinha já com 23 voltas nos pneus macios.
Quem não gostou de ser chamado à box foi Lewis Hamilton, mas a equipa obrigou-o para trocar os médios por macios, mas um jogo usado.
Na volta 50 a Mercedes fez o mesmo com George Russell, que conseguiu regressar à pista na frente do pelotão, com Carlos Sainz atrás de si. Mas Russell ganhou rapidamente terreno para o espanhol que seguia com pneus médios.
À volta 53 a direção de corrida colocou a corrida sob Virtual Safety Car por causa da paragem do McLaren de Lando Norris em pista, com problemas técnicos no carro britânico. Uma má operação para a McLaren no Brasil. Quem aproveitou foi Fernando Alonso, Pierre Gasly e Carlos Sainz para pararem sob o VSC, perdendo menos tempo no pitlane. Pouco depois, foi ativado o Safety Car para os comissários brasileiros poderem retirar o carro.
Com o pelotão reagrupado, George Russell questionou o seu engenheiro de corrida se ele e o seu companheiro de equipa estavam a correr um contra o outro, ou seguravam o 1-2 para a equipa. O seu engenheiro respondeu que podiam lutar pela posição, mas com respeito.
Uma troca de comunicação dura entre Esteban Ocon e o seu engenheiro, que pediu ao piloto para não lutar com Fernando Alonso que seguia atrás do piloto francês.












