Faltam dois Grandes Prémios de Fórmula 1 para Pierre Gasly deixar a esfera de influência da Red Bull e trocar o lugar aos comandos do AlphaTauri pelo volante do Alpine em 2023. No entanto, antes de deixar a equipa italiana, Gasly – que não pontua desde a prova nas ruas de Singapura – quer fazer todos os possíveis por alcançar a Haas na classificação dedicada aos construtores, que atualmente ocupa a oitava posição com 36 pontos, mais um ponto do que a AlphaTauri. Ambas as equipas não pontuaram no último Grande Prémio do México, mas Gasly sabe o que é preciso para ter sucesso no Brasil, tendo conquistado o seu primeiro pódio em Interlagos em 2019.
“No geral, sempre tive bons desempenhos no Brasil e tenho muitos fãs lá”, disse o piloto na antevisão da prova de São Paulo. “Estou ansioso pelo fim de semana, mesmo que seja um pouco mais difícil em todas as pistas este ano do que na temporada passada. Sabemos que é mais complicado lutar por um lugar no top 10, mas não é impossível. Vamos tentar conquistar os pontos que precisamos para estar à frente da Haas”.
Gasly admitiu que “o clima pode desempenhar um grande papel nesta corrida e está prevista chuva para sábado e domingo, pelo que teremos de estar prontos para arriscar. A pista é acidentada, mas descobrimos em Austin e Baku que não é particularmente difícil lidar com estes novos carros e não me levantou grandes preocupações no simulador”.
Curiosamente, Pierre Gasly está a apenas 1 ponto do 13º posto do piloto da Haas, Kevin Magnussen na classificação do mundial de pilotos.











