Romain Grosjean gosta bastante do Circuito de Spa-Francorchamps, em particular de Eau Rouge, sendo que no traçado belga os pilotos devem fazer escolhas precisas em termos de acertos dos monolugares. A pausa estival da F1 chega ao fim no Grande Prémio da Bélgica, com um dos traçados preferidos do francês da Haas. Aliás, à imagem de uma grande maioria dos pilotos do pelotão.
Grosjean considera o Circuito das Ardenas como um traçado que se distingue dos demais: “É uma pista excecional. Há curvas rápidas e muitas curvas de diferente natureza. Certas são rápidas, outras lentas. Uma larga fama. Isso proporciona boas sensações ao volante”. Mas encontrar o ‘set-up’ ideal, como concede o piloto gaulês radicado na Suíça: “Vê-se sempre diferentes abordagens a Spa. Seja se somos rápidos no primeiro e terceiro setores, os rápidos, seja se o somos no segundo, que tem mais curvas. As duas soluções funcionam bem, pois isso tudo depende como se quer abordar a corrida”.
Spa é célebre sobretudo pelo Raidillon de Eau Rouge, uma das curvas mais espetaculares do campeonato, com a compressão que Romain Grosjean adora sentir: “A primeira volta que faço a fundo é louca. É como as montanhas russas, porque sobe e desce. Perguntamos-nos se conseguimos completar a corrida. Mas depois da primeira vez tudo corre bem e apreciamos sentir as forças G. É também uma curva onde não podemos falhar. Nas qualificações é preciso ter o caminho livre. Por outro lado há uma grande aspiração. Isso dá-nos uma grande vantagem para a curva cinco”.











