Lewis Hamilton explicou que ao selecionar o modo da unidade de potência do seu Mercedes W08 acabou por ajudá-lo a bater Sebastian Vettel no Grande Prémio da Bélgica, quando a corrida foi reatada após a situação de ‘Safety-Car’,pois se isso permitiu ao alemão ‘colar-se’ à traseira do seu monolugar em La Source depois comprometeu a sua passagem por Eau Rouge ao ficar muito perto do carro do britânico. Na saída do Radillon Vettel conseguiu ficar lado a lado na travagem para Les Combes, mas Hamilton posicionou o Mercedes na melhor trajetória. Depois com pneus macios o inglês geriu a vantagem sobre o seu rival, que tinha borrachas super macias.
Hamilton explica que inicialmente pôde fazer um bom recomeço de prova, mas que não pôde fazer total uso do acelerador na saída de La Source: “Consegui arrancar e afastar-me mas não estava no com o modo de potência certo. Inicialmente afastei-me, e depois ele (Vettel) começou a apanhar-me quando fomos para última curva, o que me pareceu um erro meu, mas de facto acabou por ser uma coisa boa”. O britânico não utilizou intencionalmente todo o acelerador na saída de La Source, de modo a reter Vettel, com o conhecimento que o alemão não queria passar demasiado cedo.
“Na curva um tinha os pneus frios, por isso bloqueei as rodas e estava ele estava no acelerador antes de mim. Conseguia ouvi-lo. Depois na reta não consegui manter-me a fundo, e andei a 90 por cento para mantê-lo o mais perto de mim possível. Sabia que não me atacaria, porque o faria mais adiante. Fomos para Eau Rouge e foi aí de dei a máxima potência e cheguei ao topo (Raidillon) e ele não tinha margem para se propulsionar e ficou ao meu lado. Fui para a curva cinco tendo a velocidade suficiente para me manter à frente e fiquei contente com isso. Depois foram 10 voltas de qualificação, para manter aquela diferença. Ele era muito rápido, tinha melhores pneus, e consegui fazer boas voltas para me manter à frente dele, porque ele estava muito rápido nessa segunda fase”, contou Hamilton.








