Daniel Ricciardo fez grandes progressos desde o seu 19º lugar de partida, subindo paulatinamente no meio do pelotão, mas fez a primeira paragem nas boxes muito cedo, e depois não conseguiu manter a posição que tinha antes e terminou a corrida em 16º, 23s atrás de Yuki Tsunoda. Como disse o australiano, esperava-se mais e melhor: “Para mim hoje houve coisas que não estavam bem. No primeiro set de pneus sentia que cada vez que forçava estava a danificar os pneus, rodamos com pouco downforce para melhorar o equilíbrio do carro, penso que estivemos um passo atrás de onde devíamos ter estado mas vamos tentar aprender. Na corrida com ar limpo à frente estivemos um pouco melhor, mas no tráfego foi muito duro. Agora vou aproveitar as férias para recuperar um pouco este atraso, eles vão todos de férias, eu vou preparar-me melhor, estudar melhor a corrida, nos próximos dias vou tentar perceber melhor esta corrida”, disse.
Foto: Dan Mullan/Getty Images/Red Bull Content Pool












De 19.º para 16.º é, realmente, um grande progresso…
Pois… quem ultrapassa os limites de pista em qualificação, arrisca-se a um mau resultado na corrida.
Então mas não foi ele que espantou todos com aquele teste em Silverstone, até chegando a tempos muito competitivos quase instantaneamente? Iria jurar que a fiel imprensa o ‘ informou’ no dia seguinte.
E agora este binottiano ” Temos que analisar” !?
A continuar assim, Tsunoda na RB.
Pelos pontos negativos, por aqui continua-se a pensar que este piloto é um supra sumo.
Até agora não fez nada de relevante, nem melhor do que de Vries, dado que igualmente ficou bastante atrás de Tsunoda. Acho que este regresso apenas se prende com o interesse de uma rápida “desvinculação” do de Vries. Já estou como o Villeneuve, se a Red Bull tem tantos pilotos porque não apostar na juventude (a meio do ano) faz todo o sentido… e fazer regressar o veterano Ricciardo, que sinceramente não poderá fazer milagres, nem tem nada a acrescentar à F1.
Neste momento, Tsunoda e Ricciardo estão empatados. Cada um ficou na frente do outro em corrida.
Pôr um jovem, sem experiência, a meio da época, para mais num carro fraco, era correr o risco de queimar esse jovem.